História
A região era habitada por índios até o fim do século XV, quando Cristóvão Colombo chegou ao continente. Diferentes regiões do território foram ocupadas por espanhóis, holandeses e ingleses, entre os séculos XVI e XVII. Treze colônias foram criadas pelos ingleses e tinha certa autonomia. No entanto os ingleses quiseram diminuir essa liberdade, com isso as colônias declararam guerra no ano de 1775. No ano seguinte é declarada a independência dos Estados Unidos, mas a Inglaterra só veio reconhecê-la em 1783. Os norte-americanos expandiram seu território até o Pacifico no século XIX, comprando terras, matando índios e ganhando guerras.
O norte dos Estados Unidos era industrializado, desenvolvido e queria acabar com a escravidão. Já o Sul era agrário e dependia da mão-de-obra escrava. Quando o defensor da abolição, Abraham Lincoln, foi eleito presidente, o sul decidiu separar-se. Isso deu inicio a guerra civil (1861-1865), que resultou na morte de 600 mil pessoas. O norte obteve a vitória, a escravidão foi abolida, o que fez o ódio entre negros e brancos aumentou. Os anos seguintes foram de industrialização. A prosperidade do país foi obstruida em 1929, com a queda da Bolsa de New York.
Nos anos seguintes o governo passou a investir no desenvolvimento, politica qual ficou conhecida como New Deal. Impulsionada pela Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, União Soviética e os Estados Unidos tornaram-se as duas grandes potências do planeta. Com isso o mundo ficou dividido no período conhecido como Guerra Fria, que durou até 1980. Em 1991 o governo inicia a Guerra do Golfo, contra o iraque. Em 1992 Bill Clinton é eleito presidente, e aprovou o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). Já em 2000 Bush é eleito presidente. No dia 11 de setembro de 2001 os Estados Unidos sofre um ataque terrorista de autoria da Al-Qaeda, como resposta o país bombardiou o Alfeganistão. EM 2003 Bush inicia a Guerra contra o Iraque, que dura até os dias atuais.
Política
Os Estados Unidos da América são uma República Federal Presidencialista, sistema de governo que prima pela separação rígida de poderes. Há uma delimitação positiva, mas também negativa na medida que o executivo governa, mas não possa legislar. O poder executivo é exercido pelo Presidente, que é eleito por um colégio eleitoral, e é auxiliado pelo Vice-Presidente e por secretários que têm a seu cargo cada um dos departamentos em que se organiza a Administração. O poder legislativo pertence ao Congresso, um bi-camaralismo perfeito, este é o único órgão representativo do povo, porque é o único eleito por ele. Há a câmara dos Representantes (deputados que representam o povo) e o Senado (senadores que representam os Estados). Os poderes de ambos são basicamente idênticos, uma lei tem de ser aprovada nas duas câmaras, em matéria legislativa. Quanto à responsabilidade politica, não existe. O poder judicial pertence aos tribunais. Cada estado elege ainda o seu próprio governador (chefe do executivo) e um congresso.
Embora a Constituição americana curiosamente sequer mencione a existência de partidos políticos, toda e qualquer decisão política no país, desde a votação de uma emenda no Congresso até a eleição de um presidente, está vinculada ou ao Partido Republicano ou ao Partido Democrata. O Partido Republicano prega a redução dos impostos para favorecer o crescimento da economia, e é bastante conservador com relação à moral e aos costumes, bem como do ponto de vista religioso. Já o Partido Democrata possue maior preocupação em relação aos problemas sociais e aos direitos humanos.
Economia
A economia dos Estados Unidos da América é uma das maiores e mais influentes do mundo, em tempos atuais em 2006 detinha mais de 28 % da riqueza mundial. O país possui um produto interno bruto PPC de 13,250 trilhões de dólares, um número apenas inferior ao PIB da União Européia. A economia dos Estados Unidos é baseada no capitalismo. O país possui uma das economias mais abertas do mundo - isto é, com poucas restrições contra investimentos estrangeiros e importações, e pouca intervenção do governo federal na economia do país.
Religião
A religião cristã predomina nos Estados Unidos - 64% da população americana são protestantes, 25% católicos romanos. Judeus representam só 2% de partidários religiosos, e há porcentagens pequenas de outras fés. Pelo menos 7% da população americana não tem nenhuma preferência religiosa. Das denominações protestantes, os batistas são maioria, com 33%. Os Metodistas numeram 19%, luteranos 12% , presbiterianos 7%, e Episcopalians 4%. Dos negros no país, 88% são os protestantes – 69% batistas, uma indicação de inicio Meridional. O irlandês soma 55% de protestante, 34% católico romano. A grande figura protestante é atribuível a cedo imigração irlandesa, a figura católica romana para imigração nos séculos 19 e 20. O anterior escolheu viver em colocações rurais, o posterior a maior parte nas cidades grandes da Região Atlântica Mediana e Inglaterra Nova.
Cultura
A cultura dos Estados Unidos tem uma grande influência no resto do mundo, e em especial no mundo ocidental. A música estadunidense é ouvida em todo o mundo e os filmes e programas televisivos americanos podem ser vistos quase em todo o lado. Existe um contraste muito grande com os primeiros tempos da república, quando os Estados Unidos eram vistos como um país agrícola com pouco a oferecer aos centros culturalmente avançados do mundo da Ásia e Europa.
A maioria das grandes cidades dos Estados Unidos oferecem instalações e atuações de música clássica e popular, centros de pesquisa histórica, científica e artística e museus, atuações de dança, musicais e peças de teatro, além de eventos ao ar livre e arquitetura de significado internacional.
A maioria da população americana possui uma razoável quantidade de tempo livre (dedicado à recreação) disponível. Os esportes são os principais passatempos da população americana. Cerca de 95% da população americana possui uma televisão em casa. Em média, a televisão de uma dada residência fica ligada sete horas por dia.
Relevo
A leste e bordeando a costa Atlântica encontramos os Montes Apalaches, de modesta altitude. A oeste encontramos os planaltos e cordilheiras importantes como as Montanhas Rochosas, Serra Nevada e Cascata Range. Esta zona caracteriza-se por combinar alturas de 3.300 m dos Montes Baker, com profundas depressões como a do Grande Vale da Morte (86 m sob o nível do mar), com os lagos salgados o Lago Utah e o deserto do Colorado. Entre estas cadeias montanhosas encontram-se As Grandes Planícies.
Os principais rios do território são o Mississipi, Missouri, Ohio, Colorado e Rio Grande. O Mississippi e sua rede são navegáveis e supõem um meio de transporte, tanto comercial quanto para passageiros. Esta rede fluvial comunica-se através de canais com os Grandes Lagos ampliando a comunicação também com o Canadá, já que estes cinco lagos de origem glaciar estão partilhados pelos dois países. Seus nomes: Superior, Michigan, Furão, Erie e Ontario.
As costas atlânticas são altas e suas enseadas como a do estuário do rio Hudson ou as da Bahia de Baltimore extendem-se até o cabo Hateras. No sul, transforma-se e ficam baixas com dunas de areias finas. A Península de Flórida tem o tipo de costa areiosa e conta com ilhotas coralinas (Flórida Keys) ao sul. A costa do Golfo do México, porém, é pantanosa e tem como lugar caraterístico o amplo delta do rio Mississippi. O litoral pacífico distingue-se pelas águas profundas entre as que destacam a Bahia de São Francisco e o estuário do rio Columbia.
O Hawai, contendo mais de 3.000 km de ilhas de origem vulcânica possui quatro vulcões ativos e dois extintos. Destaca-se Oahu, a ilha mais importante, onde está a capital, Honolulú.
O Alaska ocupa a península norte ocidental do continente americano. Suas costas são altas e escarpadas. Seu principal rio é o Yukon. No sul encontram-se compridas cadeias montanhosas que contam com o cume mais alto do país, o Monte McKinley com 6.194 m. Também na zona ártica existem grandes maciços montanhosos como a Cadeia de Brooks. No sul e oeste da península destacam agrupamentos de ilhas conhecidas como as Aleutianas.
Clima
O clima varia muito, conforme a região, devido ao extenso território americano. Assim, nas grandes planícies o clima continental é dominante, enquanto mais ao sul o clima passa a ser subtropical (Flórida). Para Oeste, entre as Rochosas e as cordilheiras costeiras, que possuem clima de montanha, encontra-se uma vasta zona de clima desértico e subdesértico, e na costa do pacífico, o norte possui clima oceânico e para sul, o aumento das temperaturas e a diminuição das precipitações dão lugar a um clima mediterrâneo, que apresenta invernos suaves, verões quentes e poucas chuvas.
Vegetação
Existem bosques de coníferas na região das Montanhas Rochosas, estepes e pradarias nos Apalaches, imensos campos de algodão na zona do Golfo do México, vegetação ártica nos cumes mais altos e todo tipo de cactos e plantas xerófilas nas zonas desérticas. No comprimento e largura do território há bosques de abetos nas zonas ao redor do rio Hudson, ácers, carvalhos, olmeiros, nogais, faias e tilos na zona ocidental, chaparrais na Califórnia, abetos vermelhos de Washington e artemisias, pinheiros, zimbros e carvalhos em Orégon. O deserto oferece sua beleza e as plantas que lá encontram-se recolhem a escassa água que a chuva proporciona para sobreviver o ano todo. A fauna é também muito variada. Na zona oriental podem-se ver cervos e alces, porém é na zona ocidental que encontram-se uma maior variedade de animais tão representativos como os coiotes, bisões, onças, linces, ratos-cangurus, lobos azuis, ursos ou veados. Pode-se encontrar também, numerosas aves aquáticas tanto na zona dos Grandes Lagos quanto nos rios e costas. As raposas, corujas, falcões e águias convivem com jacarés e cobras.
Trabalho feito por:
Jennifer Cristina nº 07
Jennifer Naiara nº 08
Natasha nº 09
Patricia Miyagi nº 10
Rodrigo nº 13
Tamires nº 14
domingo, 28 de setembro de 2008
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